sábado, outubro 06, 2007

06 de Outubro - frase do dia


"Designers should define their role broadly as agents of good in the world, and limit their work to 'legitimate' products: those that are needed, and those that can be made without damage to nature or -- through the unethical actions of manufacturers and investors -- damage to people."

-- Phillipe Starck, sobre o propósito do Design (via treehugger)

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Marketing Sustentável


Nos negócios são cada vez mais claros os benefícios competitivos alcançados e as crescentes oportunidades de negócios que se podem alcançar com politicas de sustentabilidade e Marketing Sustentável.

Marketing Sustentável é o processo estratégico de planeamento e implementação integrada da actividade produtiva (produto, preço, comunicação e distribuição), de forma a dar resposta às necessidades imediatas e futuras dos consumidores, da organização, do ecossistema, dos cidadãos e restantes entidades (stakeholders).

Neste âmbito, os profissionais de marketing desempenham um papel crucial na discussão sobre responsabilidade social e sustentabilidade nas empresas – embora muitos ainda não tenham despertado para esta realidade.

Por todo o lado surgem evidências de que os consumidores estão diferentes.

Alguns autores realçam algumas características demográficas e psicográficas do Novo Consumidor, como:
- mais individualista, envolvido ou implicado, independente e informado, com um sentimento de liberdade exacerbado (anytime, anywhere) e cada vez mais exigente (WIIFM - What's In It For Me?);
- mais consciente do seu poder e dos seus direitos, desafiando os fornecedores;
- com uma crescente escassez de tempo, de atenção e de confiança, resultando numa maior necessidade de conveniência, de autenticidade e de credibilidade;
- com maiores preocupações ambientais e em matéria de segurança pessoal e social, maiores níveis de stress;
- as crianças são muito mais sensíveis e estão mais alerta para o tema da sustentabilidade do que os adultos.

Tendo em conta este perfil, as pessoas querem geralmente fazer o que está correcto, cabendo então ao Marketeer que se torne fácil fazê-lo.

Quando tudo é semelhante entre produtos (qualidade, performance, etc.), benefícios ambientais farão a balança pender a favor de um produto em detrimento de outro.

Segundo o livro "Passado e Futuro" (APPM), a ser editado neste mês de Outubro, de entre os passos mais marcantes do Marketing nos passados 40 anos em Portugal, encontramos, na década de 2000 (inicio do séc XXI):

- o marketing tribal: os fenómenos das tribos do surf, MTV, Morangos com Açúcar;
- a televisão interactiva, Palmtops, os MP3 e os telemóveis 2 1/2 e 3G;
- o despoletar do marketing sustentável.

Empresas portuguesas passaram nos últimos anos a desenvolver outro tipo de estratégias, lançando campanhas de boas prácticas, de sensibilização e educação, como é o exemplo da Edp e a Sair da Casca já premiada pelos seus feitos.

Estratégias deste tipo, para além de promoverem as marcas junto dos consumidores, têm como principal feito a mudança de mentalidades e a componente educacional que conseguem atingir.



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sexta-feira, outubro 05, 2007

Body Glove lança primeiro fato de Surf amigo do ambiente


O ECO é o primeiro fato de Surf amigo do ambiente produzido pela Body Glove.

O fato foi produzido com os materiais de assinatura da marca, a borracha BIO STRETCH e o exterior ECO FLEX. Ambos os materiais são totalmente livres de derivados de petróleo e 100% amigos do ambiente, segundo a marca.

A combinação de ambos os materiais torna-se na mais pura forma de material elástico não tóxico do planeta.

A produção destes materiais consome apenas 1/10 da quantidade de energia normalmente utilizada na produção deste tipo de fatos. Assim o Surf torna-se cada vez mais e melhor um desporto de comunhão com a Natureza.

Há cerca de dois anos a Body Glove lançou o Eco-Lifejacket feito de um material chamado BioStretch, este material tem a mesma textura e toque do neopreno, o material tipicamente encontrado nos fatos de Surf. No entanto o BioStretch não contém qualquer tipo de derivado de petróleo.

Com o sucesso destes produtos, a marca começou a tentar integrar esta tecnologia nos fatos de Surf.

A jornada, segundo responsáveis da marca não foi fácil; era necessário obter a camada de neopreno intermédia, que foi até esta viragem tipicamente constituída por petróleo ou produtos de PVC.

Inicialmente a equipa de designers conseguiu eliminar o PVC, mas faltava ainda o Petróleo.
Assim os designers regressaram aos Sketchs para tentar arranjar uma solução, procurando borrachas naturais que falhavam na durabilidade e peso.

Finalmente encontraram uma empresa que fornecia um “neopreno” feito de carbonato de cálcio que não era tão agressivo para o meio ambiente quanto o Petróleo e o PVC. Os testes iniciais com a aplicação deste material foram negativos levando a equipa a pensar que tal tarefa poderia não ser possível de concretizar.

Eventualmente engenheiros da prestigiada Yamamoto foram capazes de encontrar uma camada intermédia que aguentasse as exigências e que, quando combinada com a camada exterior da Body Glove, criaria um fato pelo menos 70% amigo do ambiente.

É aqui que a história se torna melhor, a energia utilizada para produzir o carbonato de cálcio é de 1/10 da exigida para a produção do vulgar neopreno interior. A energia utilizada para produzir os fatos provém de fontes energéticas renováveis e a energia em excesso é utilizada para produção de alimentos. A camada exterior do fato é feita de uma mistura de ácido poliláctico, produzido pela fermentação de amido de milho, que exige para produção menos 20 a 50% de combustíveis fósseis do que a produção de plástico. Esta camada exterior é essencial para garantir que o fato não se rasga prematuramente devido á sua exposição aos elementos.

Os pequenos fechos nos bolsos são feitos de mateis reciclados, sendo que o fecho maior não é, até ao momento, feito destes materiais. Os logos e toda a escrita nos fatos são feitos com tinta de água.

As únicas peças que não têm preocupações ambientais são o fecho principal e a cola liquida que sela as costuras. Até ao momento não encontraram ainda um produto alternativo para esta cola.

Actualmente ainda só existe o modelo masculino e encontra-se á venda por cerca de 250€, o preço normal de um fato de Surf. O design é o mesmo dos fatos normais da marca, mas com melhorias ambientais. Podem ser encontrados nos modelos 3/2 e 4/3. (via TreeHugger)

Temos em todo o processo de concepção deste produto uma metodologia de Ecodesign complexa, que exigiu um elevado grau de planeamento e gestão. Esta abordagem leva á criação de produtos de elevada qualidade e de elevada vantagem competitiva em relação a outros produtos do mesmo sector de mercado.



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Sony Lança a primeira televisao com tecnologia OLED

A Sony tornou-se a primeira empresa a comercializar televisores de ecrã plano orgânico electroluminiscente (OLED).

OLED, abreviatura de Organic Light-Emitting Diode, é uma tecnologia criada pela Kodak em 1980 que permite produzir ecrãs planos muito mais finos, leves e baratos do que os LCD.
Servindo-se de diodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga eléctrica, o ecrã auto-luminoso, muito contrastado, oferece uma vasta paleta de nuances.

Numa era em que cada vez mais o consumidor tenta reproduzir as telas de cinema em sua casa, o resultado é visível: actualmente ao chegarmos a casa de amigos verificamos muitas vezes que o objecto de maior destaque numa sala se tornou o grande ecrã de televisão.

Estamos pois numa sociedade onde, segundo os especialistas, em 2012 as televisões se tornarão nos principais aparelhos consumidores de energia das habitações médias, superando os frigoríficos.

A vantagem destes novos ecrãs, é que ao contrário dos diodos tradicionais, as moléculas orgânicas podem ser directamente aplicadas sobre a superfície da tela, usando um método de impressão.

Uma das principais características da tela orgânica é que ela possui luz própria. Com isto não necessita de luz de fundo ou luz lateral, (backlight ou sidelight) e ocupa menos espaço, dois factores que tornam a tecnologia muito interessante para uso em televisões e aparelhos móveis.

Outra importante característica é que por emitir luz própria cada OLED quando não polarizado torna-se obscuro obtendo-se assim o "preto real", diferentemente do que ocorre com LCDs que não conseguem obstruir completamente a luz de fundo e ainda neste caso não há consumo de energia para a modulação de luz de fundo.

Além destas vantagens as telas OLED possuem baixos tempos de resposta (uma das principais desvantagens do LCD), podem ser visualizadas de diversos ângulos (180º), têm contraste muito melhor (de 1000:1 contra 100:1 das telas LCD no escuro), suportam melhor o calor e o frio, além de poderem ser produzidas de forma mais simplificada e usando menos materiais do que os LCDs.

A vida útil, definida como o tempo após o qual um pixel perde metade do seu brilho, foi sempre o principal problema dos OLEDs.
Os materiais orgânicos activos presentes nos subpixels não envelhecem com a mesma velocidade, resultando em distorção das cores com o decorrer do tempo. Mais importante, os subpixels azuis envelhecem muito rapidamente.

Os displays OLED comerciais são normalmente classificados para 10.000-15.000 hs (dependendo do brilho). Isto seria suficiente para um telefone móvel, cuja vida útil prevista é de 2 anos, mas não para um televisor ou monitor. Um LCD, por outro lado, alcança facilmente 50.000 horas de vida útil. É aqui aqui que a SONY sai vitoriosa ao anunciar a comercialização dos seus novos televisores, por enquanto apenas disponíveis para um máximo de 11 polegadas.

A marca consegue assim lançar uma TV com uma espessura inédita de 3 mm (tão fina como uma moeda!!), que pode consumir até menos 40% de energia que os LCDs normais e devido ás suas dimensões, diminuirá também os impactes no ambiente, quer pelo transporte, quer pela menor quantidade de materiais utilizados em cada aparelho, segundo a mesma.

Estes novos televisores avizinham-se como grandes competidores dos monitores de cristal liquido (LCD), mais pesados e de maior consumo energético.

No entanto apenas o tempo nos trará mais sobre a eficiência desta tecnologia. Algumas vozes discordam, referindo que ainda existem factores a estudar nesta tecnologia que podem comprometer a eficiência destes aparelhos.

Observadores do sector dizem que vai demorar alguns anos para que surja um vencedor claro entre os novos formatos, capaz de derrotar o LCD.

Torna-se também importante estudar formas de diminuir os custos de produção destes televisores, que são ainda um pouco elevados, mas não muito, quando em comparação com os preços de lançamento dos LCDs. Também neste ponto esta tecnologia se mostra promissora ao implicar custos relativamente baixos para a sua produção. A nova televisão custará perto de 1200 €, um preço elevado para um televisor relativamente pequeno.

No entanto avizinha-se em breve concorrência para os novos aparelhos, com a Kodak e a Samsung a liderar a corrida, seguidas de perto por outras grandes empresas do mercado.

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quarta-feira, outubro 03, 2007

Remade In Portugal


Decorre até sexta-feira, 5 de Outubro a exposição Remade In Portugal na Estufa Fria, a primeira exposição totalmente dedicada ao Eco Design, realizada no nosso país.

O “Remade in Portugal” é a transposição para o panorama nacional de um projecto italiano denominado “Remade in Italy” que pretende incentivar as empresas a desenvolver produtos utilizando materiais reciclados, que apresentem um desenho original e qualidade de produção.

Em Portugal o desafio foi lançado a 15 designers e arquitectos que aderiram à iniciativa e em Abril de 2007 os objectos criados e produzidos em Portugal estiveram já presentes no “Salone Internazionale del Mobile”de Milão.

A Useless Design esteve lá!

O local do evento, a Nave da Estufa Fria, é sem dúvida um ex libris para eventos deste género. O caminho que temos de percorrer, coberto de vegetação luxuriante cria-nos o ambiente perfeito para uma exposição deste teor.

Á entrada encontramos alguma informação relativamente aos processos de reciclagem de plástico e cartão e a viagem inicia-se com uma visita a um mundo de materiais reciclados que constam na Matrec, a primeira base de dados de materiais reciclados Italiana.

Começa então o desfile de peças.

A exposição, dividida em três espaços começa com as peças portuguesas.

Destas destacaram-se aos nossos olhos as Attitude, de Alda Tomás e os Mosaicos de Escórias de Manuel Graça Dias e Egas José Vieira.

As Attitude, um conjunto de taças decorativas, destacam-se pela origem dos seus materiais e pela qualidade das peças conseguidas. As peças provêm do reaproveitamento de Lamas de Etars compostas por restos de pasta de porcelanas, gesso e vidrados (50 %) sendo os outros 50 % do peso da peça água.

Os Mosaicos de Escórias surpreenderam também pela qualidade e design actual e moderno. São em tudo semelhantes aos mosaicos vulgares que encontramos em qualquer casa de banho ou cozinha. Se entrássemos numa loja de venda especializada destes artigos dificilmente chegaríamos á origem dos materiais que os compõem: escórias provenientes da incineração de RSU.

A nível de peças internacionais destacaram-se principalmente as peças da Remade In Argentina/Brasil e Chile.

Pela originalidade, design e funcionalidade destacava-se o Orgânica, um lavatório de casa de banho 100% constituído por alumínio e polipropileno reciclado.

No entanto o mais interessante foi verificar que nesta parte da exposição grande parte das peças não era originária de materiais reciclados, mas sim de materiais reutilizados.

Desde a peça Barrel, uma mesa de aço reutilizado, á Pétalo uma cadeira de policarbonato e aço reutilizado, passando por malas, cadeiras e candeeiros, arriscamos afirmar que mais de 90% das peças expostas derivavam de materiais reutilizados e não reciclados.

Ao analisarmos a sustentabilidade destes prod
utos , estes conseguiriam ter uma melhor classificação em relação aos produtos feitos de materiais reciclados.

Cada vez mais esta discussão tem vindo a subir de tom, á constatação de que

alguns processos de reciclagem exigem grandes custos ambientais e económicos, pela necessidade de elevadas quantidades de recursos para a sua produção, sendo por vezes preferível a sua deposição ao invés da reciclagem.

Segundo o comissário da REMADE IN Portugal, Roberto Cremascoli, "Em Portugal, as pessoas ainda não estão preparadas para comprar peças em material reciclado, ainda por cima tendencialmente mais caras", nota. Mesmo assim, este italiano acredita que iniciativas como a REMADE IN podem ajudar a sacudir a consciência colectiva.

"Temos mesmo que arranjar maneiras de reaproveitar o desperdício das indústrias. Nestes meses em que andei pelas fábricas verifiquei que há montes de lixo de materiais inutilizados."

A exposição Remade In Portugal é um evento que só pelo seu acontecimento já nos traz benefícios, quer pelo alertar de consciências, quer pela demonstração de que se pode reaproveitar quase tudo aquilo que mandamos para o caixote do lixo.

No entanto em alguns aspectos pode ser enganadora, principalmente pelo facto de incentivar quase em exclusivo a utilização de materiais reciclados (tendência clara nas peças Europeias contrastando com as peças Sul Americanas) e pelo facto de muitas das peças expostas serem produtos de baixa durabilidade e qualidade.

Faltam mais objectos de elevada duração e resistência, materiais naturais, materiais inteligentes, a inspiração na natureza e a qualidade dos produtos. È engraçado ter alguns dos objectos expostos em casa, mas se visualizarmos a nossa casa toda decorada com aquelas peças, não ficaríamos propriamente satisfeitos com a decoração da casa e principalmente com o conforto.

“O reaproveitamento deve ser o ponto de partida de todos os produtos. Tudo deve poder ser desintegrado de tal forma que possa ser a matéria prima, o berço, de um novo produto. Não se trata de reciclar (recycling), mas sim de melhorar (upcycling). De materiais velhos, usados, não são feitos produtos inferiores, mas sim produtos superiores. Este será o novo conceito de sustentabilidade.” Michael Braungart e William McDonough


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sexta-feira, setembro 21, 2007

CAReFUL


O
Núcleo de Infra-Estruturas, Sistemas e Politicas de Transportes do IST encontra-se actualmente a desenvolver o projecto de investigação CAReFUL. Este projecto pretende construir um modelo de evolução do parque automóvel português com o objectivo de compreender e quantificar o comportamento dos Portugueses perante a escolha de automóveis. Com base nesta informação, pretende-se, posteriormente, delinear medidas de política de transportes que induzam os consumidores a terem comportamentos e opções energética e ambientalmente mais sustentáveis.

O projecto encontra-se presentemente em fase de recolha de dados para a calibração do modelo, tendo sido criado um inquérito online para esse fim.

Pede-se assim a vossa colaboração tanto a nível de preenchimento deste inquérito, disponível em http://www.careful.org.pt/, como na divulgação do mesmo.

O sucesso deste projecto depende em muito da qualidade e quantidade de dados que consiga obter.

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quarta-feira, junho 20, 2007

Filme português premiado no EcovisionFestival


O filme "Quatro elementos", realizado por Janek Pfeifer, com música de Joaquim Pavão e co-produzido pelo Cine-Clube de Avanca, conquistou o Prémio do Melhor Filme de Animação no Festival internacional Ecovision, que se realizou na cidade italiana de Palermo.

Janek Pfeifer, cineasta e arquitecto, desenvolve actualmente novos projectos no Dubai.

Joaquim Pavão terminou recentemente a banda sonora do filme "A sesta", de Olga Roriz, e está a trabalhar num novo projecto, "Uma ilha na Lua", baseado num texto de William Blake.

Produzido no âmbito da Academia de Artes Digitais, "Quatro elementos" é um projecto de vídeo e Suite para Orquestra sobre "o desenvolvimento histórico dos elementos primordiais", procurando "compreender o percurso de abstracção que permitiu reduzir a complexidade do mundo a um sistema de (apenas) quatro elementos".

A interpretação da música do filme é da responsabilidade da Filarmonia das Beiras.

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sábado, junho 09, 2007

Energy Globe 2007



Sobre o lema de que temos a responsabilidade e o dever de garantir que no futuro todos possam encontrar um ambiente digno para viver e usufruir, o prémio Energy Globe destina-se a premiar projectos de qualquer área e de qualquer parte do mundo, que primem por uma eficiente gestão de recursos e empregam fontes alternativas de energia.

Existem 5 categorias de prémios, nomeadamente água, fogo, terra, ar e juventude numa gala transmitida na televisão.


As submissões dos projectos decorrem até 31 de Julho
Para mais informação: Energy Globe

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Design 21 : Social Design Network Competition Series


A Design 21 - Social Design Network, lançou um desafio em conjunto com a Unesco para designers de todas as disciplinas encontrarem soluções para assuntos sociais e globais.
O objectivo desta rede, aberta a todos, é encorajar estudantes de design e profissionais a contribuir para resolver problemas sociais, criando soluções inteligentes através do design.

O prazo para submissão de propostas é até 17 de junho
Para mais informação: Design 21

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terça-feira, junho 05, 2007

World Environment Day 2007

Comemora-se hoje, dia 5 de Junho o Dia Mundial do Ambiente.
As principais celebrações do Dia Mundial do Ambiente 2007 serão realizadas na Noruega, sendo a cidade de Tromso a anfitriã da iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Ambiente.

Tendo como slogan "Melting ice - a Hot Topic", as comemorações mundiais incidirão sobre o efeito das alterações climáticas... Vale a pena reflectir... Hoje e sempre!


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domingo, junho 03, 2007

RE-INVENT


A Designboom e a Procter & Gamble lançaram um concurso internacional de design de embalagem destinado a profissionais, estudantes e entusiastas do design.


A competição tem como objectivo redesenhar as embalagens dos produtos Maestro Limpio®, Buena Vibra® e Salvo®
Pretende-se criar uma nova percepção dos produtos e inovação das embalagens através de uma embalagem que seja de utilização mais fácil, que promova a reutilização, divertida e que evite desperdícios de produto entre outros objectivos que se pretendem alcançar.

Para mais informação: Designboom

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Electrolux Design Lab



O desafio é criar aplicações domésticas sustentáveis que se revelem soluções inovadoras para o ano de 2020, (e com potencialidades comerciais) em termos da relação com o meio ambiente (por exemplo, em termos do racionamento energético e consumo de água). O objectivo é promover o comportamento e utilização de produtos de modo sustentável.

As inscrições para a edição 2007 estão abertas. Esta vai ser a quinta edição do concurso e será realizada em Paris, tendo as quatro primeiras decorrido em Budapest, Nova York, Estocolmo e Barcelona.

Todos os finalistas ganham uma passagem com tudo pago para Paris e o vencedor receberá ainda um prémio de cinco mil euros e uma bolsa de estudo de seis meses no Global Design Center da Electrolux.

Para mais informação: Electrolux Design Lab

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Praias de Cascais requalificadas com peças de design



A Praia das Moitas foi escolhida como praia-modelo no âmbito da estratégia de requalificação das praias de Cascais, denominado projecto «Praia +» que foi apresentado no primeiro dia oficial da época balnear, 1 de Junho, que vai abranger, até 2008, as praias do concelho.

O plástico reciclado é o material eleito para a construção das novas peças de design que vão povoar as praias de Cascais, entre Carcavelos e a praia do Abano.
Numa estratégia de «requalificação da orla costeira nacional, apostou-se no ordenamento do areal, com a criação de um layout ordenado e uniformizado».

Assim, a Band-Designers Associados foi escolhida para a concepção das peças que vão estar ao dispor dos banhistas já este Verão na Praia das Moitas, frente ao Hotel Estoril-Sol.
As peças, compostas de material 100% reciclável, vão dos guarda-sóis às cadeiras, passando pelas espreguiçadeiras.

No entender do responsável desta empresa, «o conceito desenvolvido pela Band-Designers Associados tem como objectivo uma intervenção profunda e visível nas praias do concelho para a melhoria da sua imagem e nível de conforto dos banhistas, preservando o ambiente natural envolvente de acordo com os Planos de Ordenamento da Orla Costeira».

A requalificação das praias de Cascais «vai ser financiada por diversas empresas patrocinadoras e vão doar à câmara esta requalificação, mas em troca podem utilizar os diversos espaços disponíveis nas peças situadas nas praias para publicidade às marcas», refere o mesmo.

Fonte: Diário Digital / Lusa

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Revista CUBO

Desde 26 de Maio , o jornal Sol passou a sair acompanhado, no último sábado de cada mês, com uma nova revista, Cubo. Este título dedicado à arquitectura e design contemporâneo é da responsabilidade da empresa Cabo das Tormentas e terá 128 páginas, mais capa.
A revista é dedicada ao design, à arquitectura, obra e construção e à
sustentabilidade e ecologia.
É uma edição Cabo das Tormentas e tem parcerias com o Centro Português de Design, a Ordem dos Arquitectos e a Quercus.
O site estará brevemente disponível.

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Jornadas de Eco Construção



Este evento será realizado em Paredes de Coura de 7 a 9 de Junho. Estas jornadas, pretendem assumir o compromisso de contribuir, para a disseminação de alternativas ao modelo construtivo convencional estabelecido, tão característico pelo esbanjamento energético e a problemática da utilização de materiais poluentes. Os principais objectivos são atrair, informar sensibilizando, todos os participantes a intervir na concepção, construção e reabilitação dos edifícios e espaços, com uma atitude fortemente motivada na criação de construções sustentáveis, com valor ambiental e social acrescido.

Para consultar o programa: Aldeia

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