segunda-feira, abril 14, 2008

Design research, design thinking and imagination: the abilities to imagine and to image

Design as we know it - “industrial” design - is a relatively young discipline, little more than two hundred years old. The industrial process of design developed to cope with the social and technological changes of the Industrial Revolution. Design as we know it is a corollary of industrial society, industrial technology and the industrial production system.

The question we face is how design can be transformed as society and technology transform from industrial to post-industrial forms.

There have been different interpretations of the concept of post-industrialism. The differences have tended to polarise between the “info-tech” vision and the “eco-tech” vision. In the former, post-industrialism means a form of hyper-industrial technology, based on the information revolution, automation and highly advanced technology. In the latter, it means a more small-scale, resource-conserving, “convivial” technology. In the former, technology is regarded as an autonomous, science-driven force; in the latter, technology is brought under the influence and control of people and communities.

The products and processes of a technology are linked with each other. Pre-industrial technology had its own particular types of products and processes, just as industrial technology can now be seen to have had its own particular types of products and processes. In turn, post-industrial technology will have its particularities which will affect its design processes and the products that stem from it. Perhaps a new paradigm of technology can emerge. Some features of the new technology will be continuations of the old; some will create discontinuities. Some features will be generated by the possibilities of technological development itself, whereas others will be responses to the problems created by that same technological development.

Design as it might be - “post-industrial” design - is an issue for design research. Design research is an incredibly young discipline, only about forty years old, but nevertheless having significant influence on design practice and process and having great potential. Design research has a fundamental commitment to interdisciplinarity that will be essential to post-industrial design, and it is establishing a world-wide, international basis of cooperation that will be equally essential.

Design research is built around design thinking. Fundamental to design thinking is imagination: the abilities to imagine and to image.

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sexta-feira, abril 11, 2008

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tirado daqui

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Design Research builds on the core competence of the Design Culture


"Any economy that intends to maintain its sustainability in time needs to explore, on a continuous base, scenarios and hypotheses for constant improvements and advance.
All stakeholders of an economic system need to devote attention and resources to innovate and create the conditions for their sustainable profitability while creating recurrent improvement of the quality of life.

This challenge is common to all type of economies in all geographical location. Micro and macro economies, all together concur to form an interdependent global economic system always in search of balance and sustainability.

In this environment “innovation” is an imperative, and all the stakeholders in the economic system are in search and in demand of innovation.

The challenge is the one to qualify innovation and rank it on a model that indicate it social nature and its social economic impact. This new model is relevant to redefine long term strategies and frame short term investment roadmaps.

To support the strategic process of testing options that optimize the balance and the coherent fit between short term innovative solutions and long term vision and direction it is relevant to develop and adopt new methods of research for innovation that fast, effective and economic.

Design research methods represents to day one of the new answers to this need. Influential Business magazines such as Fortune, Time, Business Week, Fast Company devote more attention to it disseminating the experiences and promoting its adoption.
Philips Design has pioneered in this field during the last two decades and has demonstrated , with the support of business consulting companies such as Mc Kinsey and Kaiser, how Design Research provide speed and focused effectiveness.

Design has it foundation in a techno-humanistic culture and performs its creativity interfacing connecting and integrating society, end user, technology and economy.
Autonomous fields of research such as societal foresight, Business spaces, Industry development and technology development and innovation are taken therefore in an accelerated integration by Design Research maximizing time and investments effectiveness. But even more important than this, Design Research builds on the core competence of the Design Culture providing tangible options for solutions and innovation that maximize end user, societal and customer centric effectiveness and are easier to be validated because of their articulated, visual and understandable representation."

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quarta-feira, março 26, 2008

TIBETE

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sábado, março 22, 2008

CGD - Boas práticas de eficiência energética


No âmbito do programa estratégico da Caixa Geral de Depósitos, o Caixa Carbono Zero 2010, foi instalada uma central solar, a maior do país, no Edifício Sede da Caixa, com o objectivo de abastecer o edifício numa óptica de boas práticas de eficiência energética.

Com a instalação destes 1600m2 de paineis solares, a Caixa evita a emissão de 1.700 toneladas de CO2 por ano, poupa a electricidade equivalente ao consumo anual de 2.000 pessoas e preserva anualmente o oxigénio libertado por 170.000 árvores.

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Future by Design - A film about the work of Jacque Fresco



Future by Design é um documentário sobre os conceitos e desenhos de Jacque Fresco, um futurista, designer e engenheiro social, considerado por muitos o Da Vinci moderno, um estudioso de vários campos e um inventor. Jacque Fresco, hoje com 90 anos, passou toda a sua vida a criar invenções a várias escalas através do uso de tecnologias inovadoras.

Responsável pelo projecto “The Venus Project- redesign of a culture” trabalha para integrar a ciência e tecnologia num plano para uma nova sociedade, baseada em preocupações humanas e ecológicas.

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sexta-feira, março 21, 2008

Frases do dia -21 de Março de 2008

"... the Buddhist economist would insist that a population basing its economic life on non-renewable fuels is living parasitically, on capital instead of income. Such a way of life could have no permanence and could therefore be justified only as a purely temporary expedient. As the world's resource of non-renewable fuels--coal, oil, and natural gas--are exceedingly unevenly distributed over the globe and undoubtedly limited in quantity, it is clear that their exploitation at an ever-increasing rate is an act of violence against nature which must almost inevitably lead to violence between men."

"The most striking about modern industry is that it requires so much and accomplishes so little. Modern industry seems to be inefficient to a degree that surpasses one's ordinary powers of imagination. Its inefficiency therefore remains unnoticed .

"Any fool can make things complicated, but it requires a genius to make things simple."



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quinta-feira, março 20, 2008

AQUAOVO



Com o formato de um ovo o AQUAOVO é um reservatório de água para consumo. O dispositivo tem uma capacidade de 11 litros e é ambientalmente eficaz por várias razões:
1) Não consome electricidade, utilizando a gravidade para filtrar e revitalizar a água estagnada.
2) Os materiais utilizados para a sua produção são a cerâmica, vidro e metal
3) Contém um filtro multi camadas que é reutilizável e os seus materiais são 100% recicláveis. O filtro é uma combinação de KDF 55 (sem aditivos químicos), carvão activado, biocerâmica micro porosa e cristais de quartzo.
4) Promove a redução do consumo de água engarrafada.

A água engarrafada, bebida cujo consumo mais cresce no mundo, tem um alto custo ambiental, por acumular plástico em depósitos e exercer pressão sobre as fontes hídricas.
A água engarrafada torna-se excessivamente cara em termos ambientais e económicos.
Enquanto nos países desenvolvidos se compra água engarrafada por causa da segurança, limpeza, gosto e status, mais de 1 bilião de pessoas em países pobres não têm acesso a água potável, seja ela engarrafada ou não.

Além do custo energético de produzir, engarrafar, empacotar, armazenar e transportar a água, também há o custo ambiental de milhões de toneladas de plástico derivado de petróleo. A maior parte da água é ainda embalada no material plástico conhecido por PET, que exige menos energia para reciclar e não liberta cloro na atmosfera quando é queimado. No entanto as taxas de reciclagem têm vindo a diminuir: cerca de 23,1% das garrafas PET de água foram recicladas nos Estados Unidos em 2005; dez anos antes, haviam sido recicladas 39,7%.

"A indústria de bebidas beneficia ao máximo da nossa obsessão por água engarrafada", refere Ling Li, no relatório que escreveu para o Worldwatch Institute sobre os impactes na sociedade do consumo de água engarrafada. "Mas isso não serve de nada para o incrível número de pobres do mundo que vêem a água potável segura como na melhor das hipóteses um luxo, e na pior uma meta inalcançável."

A água engarrafada custa entre 240 e 10 mil vezes mais do que a água de torneira.

Por este e por todos os outros motivos o AQUAOVO e um aparelho elegante que se pode revelar altamente eficaz em escritórios quer a nivel da sua performance como produto quer pelo seu poder em contribuir para a alteração de hábitos de consumo.

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Cultivos urbanos


"A equipa formada por Camilo Vaz, Marlene dos Santos e Bruno Oliveira constituiu a única participação portuguesa a vencer um primeiro prémio em território estrangeiro no concurso internacional de ideias Europan 9. A sua proposta, intitulada "Cultivos Urbanos", incidiu sobre uma área situada em Poïo, nos arredores da cidade de Pontevedra, capital da província com o mesmo nome da comunidade autónoma da Galiza.


A mais recente edição do Europan teve como temas a “Urbanidade Europeia, Cidade Sustentável e Novos Espaços Públicos”. Ao todo estiveram propostas a concurso 73 cidades distribuídas por 22 países europeus. Trata-se da mais vasta competição de arquitectura da Europa, sendo dirigida a profissionais com idade inferior a 40 anos. Os vencedores têm a oportunidade de tornar a sua visão em realidade, trabalhando numa fase posterior com os promotores de cada uma das intervenções apresentadas."


Ver o resto do artigo, incluindo uma explicação do projecto e entrevista com os autores aqui


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terça-feira, março 18, 2008

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domingo, março 16, 2008

Thoughts ...


"All of these changes are leading us to an inevitable conclusion, a place we must go, if we can - a place that promises peace and prosperity within a sustainable future."

"If we are to survive as a life form on the planet, at more or less the scale of our present occupation, there is no other way. Collectively, we must come to the realization that there is no exterior to our ecology. There is only one environment and everything is entered on the balance sheet. Every positive. Every negative. Everything counts. There can only be true prosperity if it is global prosperity, and we can only count our wealth in peace when we count it together."

"The good news is evidence all around us that not only are we as a global culture commited to Arnold Toynbee's vision, but we are actually pushing beyond the human race in our consideration to imagine the welfare of all life on earth as practical objective. In the words of John Cage "the world is getting better, s-l-o-w-l-y.""

in: Massive Change - Bruce Mau and the Institute without Boundaries

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Pilhas USB


Usadas em diversos aparelhos electrónicos que fazem parte do dia-a-dia, as pilhas e baterias podem representar um problema ambiental que afecta a todos, directa ou indirectamente, devido aos metais tóxicos envolvidos no seu fabrico. Estes problemas podem ser minimizados se o consumidor tomar consciência da melhor forma de adquirir, usar e descartar estes produtos.

Recentemente surgiram no mercado as pilhas recarregáveis nas portas USB dos computadores enquanto os mesmos estão a trabalhar.
Esta é a nova proposta que pode revolucionar o mercado destes componentes, com redução significativa dos gastos, quer económicos, quer energéticos.

As pilhas USB têm uma funcionalidade muito idêntica à de uma pendrive. Abre-se uma tampa e descobre-se a conexão USB.

Depois, basta ligar as pilhas ao computador via USB e esperar cinco horas até que carreguem por completo, um processo que pode ser repetido 500 vezes.

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domingo, março 09, 2008

Butão: da Idade Média para o século 21 sem perder o equilíbrio?


"Quando o rei Jigme Singye Wangchuck ascendeu ao trono, em 1972, o Butão estava entre os países com os mais altos índices de pobreza, analfabetismo e mortalidade infantil - um legado da política de isolamento. "Pagamos um preço alto", diria mais tarde o rei. Seu pai, o terceiro rei do Butão, começara a abrir o país na década de 60, construindo estradas, escolas e clínicas, empenhando-se na admissão do Butão nas Nações Unidas. O rei Wangchuck iria muito além. Com a autoconfiança de um governante cujo país nunca fora conquistado, ele tentou ditar as condições para a abertura do Butão e, no processo, redefinir o próprio significado de desenvolvimento.

E cunhou uma expressão para descrever seu objectivo: Felicidade Nacional Bruta.
Para muitos butaneses, esta idéia não é uma mera ferramenta de marketing ou utopia filosófica.É uma diretriz de sobrevivência.

Guiado pelos "quatro pilares da Felicidade Nacional Bruta" - desenvolvimento sustentável, protecção do meio ambiente, preservação da cultura e bom governo -, o Butão arrancou-se da pobreza esmagadora sem explorar seus recursos naturais (com excepção da energia hidroeléctrica, vendida à Índia como principal fonte de receitas externas). Quase três quartos do país ainda são cobertos por florestas, com mais de 25% delas - uma das mais altas porcentagens do mundo - demarcadas como parques nacionais e outras áreas protegidas.


Os índices de analfabetismo e mortalidade infantil diminuiram, e a economia vai de vento em popa. Também o turismo cresce, embora rigorosos limites à construção e uma taxa diária de até 240 dólares cobrada a cada visitante afugentam a onda de mochileiros que invadiu o Nepal.

Às vésperas do novo milênio, em 1999, o Butão deu aos seus cidadãos o acesso à televisão. Foi o último país do planeta a fazê-lo. A internet entrou timidamente nesse mesmo ano. Uma euforia tomou conta das cidades butanesas quando o mundo exterior em toda a sua espalhafatosa glória surgiu em lojas e salas de estar.

Mas destapar a caixa de Pandora gerou preocupação. Afinal, o que acontece quando uma sociedade isolada e conservadora é subitamente exposta ao rapper 50 Cent e à Federação Mundial de Luta Livre? Tais questões têm peso extra quando se trata de uma nação vulnerável de 635 mil habitantes, metade deles com menos de 22 anos.

E, então, chegou a hora do ousado ponto alto do experimentação modernizante do Butão: mudar para a democracia. Nunca na história, dizem as autoridades butanesas, nenhum monarca benquisto abdicara do trono para entregar o poder ao povo. Mas, em 2006, foi o que fez o rei Jigme Singye Wangchuck, gerando singular convergência de eventos para 2008: uma coroação (o quarto rei entrega a coroa do corvo a seu filho, Jigme Khesar Namgyel Wangchuck, de 28 anos, que será um monarca constitucional), a celebração de um centenário (o 100o aniversário do monarca foi em 2007, mas um astrólogo real declarou o ano seguinte mais auspicioso) e, o mais importante, a formação, em meados do ano, do primeiro governo democrático do país.

Assim, o verdadeiro teste da Felicidade Nacional Bruta está apenas a começar. Os novos líderes civis do Butão terão de enfrentar uma avalanche de mudanças. Dentre elas, nada menos que um público ainda enamorado pelos seus reis e céptico quanto à democracia.

O mundo observa e pergunta se esta nação, outrora tão esquecida, poderia ajudar a responder a algumas das mais inquietantes questões da humanidade: como pode uma sociedade manter a sua identidade face ás homogeneizantes forças da globalização? Como adoptar as coisas boas do mundo moderno sem ser vitimado pelas más? E poderá existir algum equilíbrio benéfico entre tradição e desenvolvimento?"

Ler o resto do artigo em : National Geographic "O Iluminado caminho do butão"

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Mobiliário de cartão


Á medida que os preços dos derivados de petróleo continuam a subir, enquanto os recursos naturais enfrentam uma cada vez maior crise de stock...começam a surgir sérios concorrentes para o mobiliário como o conhecemos até agora....como o que é feito de cartão.
Este tipo de mobiliário compete também com os seus "familiares" de madeira, onde na maioria das vezes são utilizadas substâncias tóxicas (colas, vernizes, etc)...o melhor de tudo é que a matéria prima para este tipo de mobiliário deriva, na maioria das vezes, dos milhões de caixotes que todos os dias são deitados ao lixo.

As peças deste material são ainda muito mais baratas, devido ao preço da matéria prima utilizada e mais leves contribuindo assim também para a diminuição das emissões de gases de efeito de estufa enviadas para o ar (no transporte p. e.).

Frank Gehry é um dos adeptos e pioneiro desta emergente modalidade no design de mobiliário.

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quinta-feira, março 06, 2008

Frases...



"ONE OF THE PENALTIES OF AN ECOLOGICAL EDUCATION IS THAT ONE LIVES ALONE IN A WORLD OF WOUNDS." Aldo Leopold

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